Be prepared the dragon age is coming soon. Be careful the power may consume you.
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[Trama] Essos

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[Trama] Essos

Mensagem por Rei da Noite em Qui Jun 14, 2018 12:08 am

Essos

É engraçado como o passado e o presente se unem de formas tão intrínseca, que há momentos que sequer é possível distinguí-los. Se houve mudanças em Westeros, em Valíria e em Yi Ti, escute o que eu te digo, as ocorridas por todo o continente de Essos foram muito maiores. Com a volta de Daenerys Targaryen, junto de seus dragões, para o Oeste e com o fim da Longa Noite, Essos quase sucumbiu à força esmagadora da quebra de liderança, foram necessárias algumas décadas para que as Cidades Livres se reerguessem, para a Baía dos Dragões se tornasse menos hostil aos descendentes do sangue do dragão e para que o resto do continente se curasse dos séculos de malezas que se seguiram após a Perdição e do Século de Sangue. Quando um dragão voltar a voar no céu de Meereen, ele era negro e cravejado de azul, este fora o sinal que Essos precisava para florescer sem culpa.

Durante o reinado de Daenerys em Westeros, a mãe dos dragões manteve um embaixador na Grande Pirâmide de Meereen, contudo a força de um servo não se equiparava a força de da Quebradora de Correntes, e a Baía dos Dragões esteve à beira de um colapso político, levando consigo o caos para as cidades mais próximas, em um primeiro momento. Logo a crise se espalhou pelas Cidades Livres, apenas Braavos conseguiu manter seu poderio, em parte devido o Banco de Ferro e pela grande quantidade de recursos da Companhia Dourada. Porém, somente quando Laena Targaryen, herdeira do trono da Baía dos Dragões chegou a sua morada final, que o caos começou a ser controlado. A filha da Mãe dos Dragões, era de longe uma mulher tão forte quanto a progenitora, porém sem um dragão e a falta de apoio local, a Targaryen enfrentou dificuldades para mostrar seu verdadeiro poder.

Uma facção de provinda de Astapor exigia o sangue local no poder, encabeçada por Aemond Blackfyre, um homem de traços valirianos e portador da antiga arma ancestral de Aegon, O Conquistador, proclamou-se rei e uma guerra política se instaurou. Laena aceitou casar-se com o homem e juntos tiveram três filhos, além de terem chocado o ovo de dragão de Laena, encontrado nos escombros de Tumbleton, na campina. Com o casamento entre os dragões negro e vermelho, a Baía dos Dragões prosperou e com o tempo o nome Targaryen tornou-se apenas uma lenda, já que a boa administração Blackfyre fez o reino crescer exponencialmente, porém os membros da casa nunca esqueceram de seu verdadeiro objetivo, o trono de ferro westerosi. Assim, com Tessarion, A Princesa Azul, voando por Meereen, Essos voltou a entrar no eixo comercial, crescendo e prosperando, de certa forma a Baía dos Dragões tornou-se o centro mais importante do continente.

Logo nos primeiros anos da união entre Aemond e Laena, as cidades livres e as demais cidade como Qarth, Lhazar e Ibben tornaram-se mais uma vez economicamente ativa, com seu poderio restabelecido conseguiram pagar suas dívidas ao Banco de Ferro, criando um abismo entre Braavos e as demais cidades. Em Qarth, os puronatos assumiram o controle definitivo da cidade, enquanto em Lhazar e Ibben, as antigas famílias de grandes senhores se tornaram ainda mais poderosos do que nunca. Já na costa oeste, Myr, Lys, Tirosh e Pentos voltaram a abrir seus portos para os demais comércios, criando uma economia forte e centrada na exportação e importação. Norvos, Volantis, Qohor e Lorath, por sua vez cresceram como pontos religiosos, levando a população e fé a níveis nunca antes vistos. Como eu havia dito, Essos floresceu e continua a florescer.

Enquanto em terra, Essos trilhava um longo caminho de paz e prosperidade, as ilhas do Mar de Verão passavam por momentos muito mais turbulentos. As pequenas Ilhas de Verão, ao sul de Lys travavam por gerações lutas pelo controle total dos recursos, naturais e econômicos, das ilhas, até que a batalha teve fim, quando Loryr Zhamir Xou, o auto-proclamado, Imperador de Verão, unificou o controle das ilhas junto de sua esposa-guerreira, Alzura Zhamir Xou. Já ao leste da Península Valiriana, cujo império ressurgia das cinzas da catástrofe, Nova Ghis se tornava cada vez mais proeminente, se auto-intitulando o renascimento do mais antigo império do Mundo Conhecido, o Império Ghiscar. O mar de verão, tornou-se o mar dos impérios erguidos, com Valíria e Ghis renascendo, e o Império de Verão, sendo criado perante seus irmãos, mais antigos e poderosos.

Contudo, não foi apenas de paz o último século nas terras essorianas, no Mar Dotrhaki, o gigantesco khasalar formado pela Grande Khaleese do Mar de Grama, fora desfeito. Antigos herdeiros dos khals se tornaram os novos senhores de cavalos e marcharam por todo o Deserto Vermelho, guiando seu povo de volta a Vaes Dothraki. Hoje, são maiores e mais brutais do que antes, herdando a força de seus ancestrais e daquela que os fez perder o medo de cruzarem o Mar Estreito. A Era de Paz em quem o mundo se instaurou pode ainda durar muitos e muitos verões, porém, eu já vi que em breve todo o Mundo Conhecido deverá se unir para enfrentar um mal muito maior do que dragões ou ambições de regentes. Quando o Grande Outro estiver mais uma vez entre nós, a figura messiânica do Príncipe Prometido será mais uma vez necessária para salvar o mundo, por sorte temos mais dragões voando nos céus do que há cem, quando a Guerra da Alvorada, dizimou os vivos e assolou os mortos. E é com essa reflexão que vos deixo, com a esperança que alguém tenha tanta coragem quando minha irmã teve ao dar sua vida contra o grande mal.
THANKS

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