Be prepared the dragon age is coming soon. Be careful the power may consume you.
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[Trama] Império Dourado de Yi Ti

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[Trama] Império Dourado de Yi Ti

Mensagem por Deusa do Amor de Lys em Qui Jun 07, 2018 5:52 pm

Yi Ti

Vou lhe contar uma história tão antiga quanto a nossa, de uma terra tão distante que tenho toda certeza você jamais ouviu falar. No extremo Leste, há uma terra dourada, onde seus palácios são feitos de puro ouro e suas riquezas são incontáveis. Nós esquecemos sua existência, bem como de muitos outros lugares que existem além do Mar Estreito. Estamos fechados em nossa redoma e esquecemos de olhar muito além, esquecemos que o perigo pode estar muito longe do alcance de nossos olhos e assim nos mantemos em nossa doce ilusão de paz. Posso lhe afirmar que tempos difíceis se aproximam e agora vou lhe contar sobre mais uma peça de nosso intrínseco quebra-cabeças. O Império Dourado de YiTi. Não. Você nunca ouviu falar sobre esse lugar e possivelmente jamais ouviria. Durante incontáveis eras eles foram esquecidos. Suas próprias guerras os jogaram no esquecimento e fizeram esse povo se isolar do resto de todo o mundo conhecido. Mas agora irei lhe contar um pouco sem mais delongas.  

Toda criança yitish sabe, mesmo na mais tenra idade, das grandes fábulas e histórias que enchem o mundo oriental de assombro e fascínio. A história antiga e recontada através dos séculos. Uma história de amor entre o ódio e a misericórdia. A luz e a sombra que digladiavam-se apenas para amar. Todos escutam ainda hoje estas lendas, de como o glorioso filho do Leão da Noite e da Donzela Vestida de Luar dominara o Império Dourado, guiando este povo à um estado de prosperidade e poderio que nunca mais seriam presenciados no mundo. O semideus imperador fez florescer a grandeza de Yi Ti, e quando ascendeu para unir-se à sua mãe, deixou para seu filho a tarefa de proteger o povo escolhido pela Senhora da Lua e pelo Escuro. Séculos se passaram, até que a desgraça acometeu-se sobre os yitish, quando o Grão Sacerdote da Igreja da Sabedoria Estrelada assumiu o poder através do assassinato e da traição. Com seus atos de feitiçaria e canibalismo, mergulhou Yi Ti em décadas de horror e perseguição. Adorando uma profana pedra negra que caíra dos céus, se banqueteou com  o sangue daqueles que ousaram enfrentá-lo. Seu reinado ofendeu a Donzela do Luar, que afastou-se do mundo dos homens, mergulhando todo o reino na mais profunda Escuridão. Demônios ergueram-se após a Traição de Sangue, e o Leão da Noite aproximou-se, liberando sua fúria na terra dos vivos. Neste ponto, história e mito se misturam, pois de fato há relatos sobre as enormes estrelas negras que caíram não só em YiTi, mas em diversas regiões do mundo conhecido, mesmo em Westeros. A Longa Noite teve início depois deste reinado de terror, e apenas quando Azor Ahai e seus escolhidos ergueram-se em batalha contra as hostes frígidas da Morte, a luz pôde retornar ao mundo na figura da Donzela, que perdoou a humanidade purificada pelo sofrimento e pela destruição. Aqui, os mitos do oeste e do leste se encontram na figura do herói lendário. É incerto as razões de tal influência, mas há a vaga crença de que a figura messiânica do príncipe prometido, advém de um antepassado cultural em comum com os povos antecessores aos Ândalos e Roinares que pisaram em Westeros apenas muito depois de YiTi ter surgido no mundo.

A partir dali o império nunca mais retornou aos seus dias gloriosos. Embora ainda hoje seja maior e mais poderoso do que qualquer cidade ou reino ocidental possa supor, Yi Ti e seu Império Dourado ainda trazem firmes os reflexos e cicatrizes de séculos de disputas pelo poder e estratagemas pelo domínio do território. Com mais reis deuses do que poderíamos contar, os séculos seguidos à Longa Noite foram repletos de dor e sofrimento de inocentes. Não muito diferente de Westeros e Essos, que viram a configuração do poder mudar nos últimos cem anos. Governado pelos Imperadores Azul-Celestes, Yi Ti permaneceu num período de paz relativa, apenas lidando com incursões de invasores das Terras das Sombras e caravanas de saqueadores de Jogos Nhai com seus zebralos velozes. Mas tudo mudou na época do reinado de Joffrey Baratheon I, quando o décimo sétimo imperador azul-celeste, Bu Gai, se sentava em esplendor no palácio de Yin, capital e sede do Império. Sua bondade fora rapidamente confundida com fraqueza, pelos pretendentes ao trono. Assim, além das fronteiras do Império Dourado, rumores assustadores não tardaram a ser ouvidos. Na Cidade de Carcosa, no Mar Oculto das Terras das Sombras, um Senhor feiticeiro alegava ser o sexagésimo nono imperador amarelo, de uma dinastia que fora derrubada há mil anos, naquela época. Seu nome era Soun Chai, da antiga linhagem que só se casava com mulheres valirianas e cujos antepassados já haviam mantido dragões na capital dourada de Yin. Bu Gai não teria dado-lhe importância, até que relatos de magia obscura e novos dragões chegaram aos portões da Cidade Dourada. Insatisfeito com a inércia de seu soberano, o general Pol Qo, encarregado de manter a província de Jogos Nhai sob controle, concedeu honras imperiais a si mesmo. Denominou-se o primeiro Imperador Dourado, com a cidade rústica chamada Vila do Comerciante como sua capital.  

Com o apoio dos servos e populares, o Imperador Dourado marchou contra Yin com forte adesão. Ainda assim, o ouro de Bu Gai comprou exércitos mercenários em velocidade surpreendente, uma vez que os nobres e príncipes das cidades-estado dispunham de fortes ligações com as cidades de Essos mais à leste. Ainda assim, levaria algum tempo até que as forças contratadas e compradas chegassem à representar ameaça aos rebeldes. Deixando um rastro de saques e mortes que sacudiu mesmo as mais ricas e belas cidades do reino do Sol Nascente, as forças armadas de Pol Qo tomaram como quartel os Cinco Fortes. Gigantescas Cidadelas antigas localizadas ao extremo nordeste do Império Dourado, com maciças muralhas de trezentos metros de altura e tamanho monstruoso capaz de abrigar dez mil homens cada um. Pol Qo sabia que os havia tomado apenas pela insensatez de seus governantes, que decidiram enfrentá-lo em campo aberto. Com tanto território para manter, alastrou o fogo ao redor do Império, ganhando cada vez mais homens em suas fileiras. Foi quando as frotas contratadas com o ouro de Yin chegaram. Piratas, mercenários, assassinos, feiticeiros, cavaleiros westerosi e mesmo umbromantes de Asshai uniram-se sob o estandarte do Imperador Azul-Celeste, retomando cidade por cidade. Encurralado nos Cinco Fortes, Pol Qo manteve-se em silêncio por quase um ano, todos os cinco resistindo com seus homens. Relatos de barbárie e loucura vinham de dentro dos muros, mas nenhum general sedia o seu Forte.  

No segundo ano, as tropas de Pol Qo descobriram a fome. Bu Gai já começara a reconstruir as cidades ao redor dos Cinco Fortes, recompensando os comerciantes e antigos moradores que decidissem habitar o local novamente. No Oeste, a Rainha Dragão marchava contra a Rainha Louca, com o inverno anunciando-se sobre o mundo. Previsto para durar anos, o cerco aos Fortes certamente seria um dos mais longos da história. Mas da longínqua Carcosa, Soun Duq cansou-se de esperar até que seus inimigos destruíssem uns aos outros. Após sobreviver à uma série de tentativas de assassinato (o feiticeiro afirmava ter impedido até mesmo um Homem Sem Rosto, que tentara tirar-lhe a vida), o Imperador Amarelo voou nas costas de seu dragão cor de topázio, honrando os antecedentes valirianos de sua dinastia esquecida. Com estranhos olhos azuis apesar da aparência yitsh, plantou o medo nos corações dos príncipes, que renderam tributos a ele declarando-o um novo soberano divino. Abandonado e sem aliados, Bu Gai envenenou toda a corte de Yin e tentou atirar-se da torre mais alta de seu Palácio banhado de ouro. Foi impedido pelos próprios servos, que o atiraram aos pés de Soun quando este decidiu reclamar seu trono. Bu Gai foi queimado e devorado vivo por Wyvern, assim batizado pela sua semelhança com as serpentes caçadoras de mesmo nome.

Com o auxílio de Wyvern e os nobres que temiam a feitiçaria vermelha estrangeira praticada por Soun Duq, Pol Qo fora finalmente derrotado. Conta-se que, na mesma noite, todos os seus quatro generais bem como o primeiro e último Imperador Dourado, foram mortos pelos espectros sinistros de sombras com feições humanas. Atribui-se o acontecimento às muitas sacerdotisas vermelhas que acompanhavam o séquito do Imperador Amarelo, uma vez que cinco homens nobres com sangue Azul-Celeste (da descendência de Bu Gai), foram encontrados mortos no dia seguinte. O Dragão de Topázio finalmente sentou-se no trono de ouro de Yin, declarando-se o primeiro da Dinastia Topázio,  Imperador do Sol e dos Corais. Soun Duq dominaria ainda em seu reinado a Ilha de Naath, cuja estranha feitiçaria provara-se inútil contra seus sacerdotes Mãos Ardentes e feiticeiras vermelhas, imunes ao veneno das borboletas da costa de Sothoryos. Dominou também as Ilhas Basilisco e os arquipélagos do Mar de Jade, com a Ordem dos Corsários Topázio realizando atrocidades em seu nome, com punho de ferro. A Ilha dos Açoites, a Ilha dos Elefantes, Marahai e mesmo a misteriosa Leng (que uma vez já fora dominada por Yi Ti, séculos antes), caíram perante seu governo. Nos primeiros anos de reinado, convocou sacerdotes de tantas crenças quanto julgara existir, para que escolhessem sua Rainha Consorte. A escolha das profetisas ficou com a deusa-imperatriz de Leng, a quem seu povo adorava muito mais que o soberano dourado, mesmo sob a ameaça da espada. Como toda mulher lengii, Khiara Har era uma mulher encantadora, ágil e atlética, de carisma incomparável. Era mais alta que o Imperador Topázio, e possuía poderes misteriosos para ocultar a própria presença ou brilhar como o luar. Tão apaixonado tornou-se Soun Duq, que não tomou o harém de Bu Gai para si.  

Quando os trigêmeos de Soun Duq nasceram, o Imperador presenteou a cada um deles com um dos ovos de dragão que Wyvern chocara. Prosperidade borbulhava pelo Império Dourado, alimentado pelo novo comércio com as ilhas colônias, que também prosperavam com as tecnologias e embarcações do Império com novos colonos mais a oeste. Jogos Nhai foi definitivamente anexada nos primeiros cinco anos de vida dos trigêmeos Sayuri, Korin e Nobu, quando os últimos partidários de Pol Qo foram aniquilados ao serem denunciados pela rede de informantes sombrios e sobrenaturais de Soun. Dominando seus domínios com sua deusa-imperatriz e forte feitiçaria, logo o Império de Yi Ti expandiu-se à uma nova era de glória. Quando Soun e Nobu morreram em batalha numa campanha contra Asshai da Sombra pelas Terras das Sombras, a Deusa-Imperatriz Khiara assumiu o trono dourado, nomeando sua filha Sayuri como herdeira de modo oficial. Wyvern caíra na ocasião, mas deixara três dragões adolescentes para trás. Infelizmente, o dragão de Nobu fora feito prisioneiro pelos feiticeiros de Asshai, embora mesmo com feitiçaria não conseguissem uma maneira de fazê-lo obedecer. Mas a derrota e a ausência da besta agitaram os príncipes, que começaram a conspirar. Sayuri era a segunda a sair do ventre, e pelas leis de Leng, seu direito suplantava o de Korin. Mas em Yi Ti imperatrizes não eram tão comuns, embora no passado outras tivessem governado. Por este motivo, a decisão gerou controvérsias, e muitos desejavam que o último príncipe vivo tomasse o poder de sua irmã.  

Quando Khiara morreu logo depois, dando à luz à uma menina natimorta, Sayuri foi coroada a Segunda Imperatriz Topázio, aos dezesseis anos. Como seu primeiro decreto, mandou realizar uma celebração em memória da grande deusa-imperatriz, e convidou todos os grandes príncipes do reino. Em meio ao banquete, mandou que seus lanceiros yitish passassem na espada todos aqueles que ela sabia terem conspirado contra sua coroação. Alimentou Ghyscarr e Valyrrion com a carne fresca dos príncipes, ordenando que atirassem Korin do alto da Fortaleza Dourada. Não tardou até que todos soubessem que a criança sombria no trono de ouro possuía o sangue de seu pai, e um coração ainda mais duro. Com olhos ambiciosos e uma mente perspicaz, não tardaria até que a nova deusa Imperatriz virasse seus olhos para terras mais à Oeste. Recusando-se a dividir seu domínio com um homem, manteve-se casta até idade avançada de vinte anos, ignorando os pedidos desesperados dos príncipes yitish, que a desejavam casada com seus filhos. Aceitou apenas quando lhe foi interessante o Príncipe Lilás em casamento, por ser este o jovem governante da importante cidade-estado de Jinqi, local que já fora a capital de Yi Ti nos séculos passados. A união fortaleceria seu governo, que continuou conquistando cidades e impondo medo mesmo aos povos bárbaros do Mar Dothraki. A humilhação da derrota de seu pai ainda não fora esquecida, e Sayuri desejava demonstrar força, para intimidar Asshai da Sombra e vingar a vergonha de ter permitido que aprisionassem um dragão de sua dinastia.

Com o auxílio de seu diluído sangue valiriano, a descendente de Dunq Chai montou o dourado Ghyscarr, dobrando com o auxílio de sua frota de navios corsários e tropas terrestres, cada ilha e província conquistados por seu pai. Visitou seus domínios e destronou magísteres, lordes e príncipes, dando poder aos seus partidários e lavando seu território com o sangue de seus inimigos. A guerra com a Terra das Sombras recuou, e nenhum governo do Leste atrevia-se a violar um navio ou caravana mercante yitish. O comércio em Essos tornou-se vasto, e mesmo as mais longínquas regiões do mundo conhecido passaram a ouvir canções e rumores a respeito do Império Nascente, no extremo leste. Da Cidade Dourada, Sayuri deu à luz seus filhos, garantindo a continuidade do legado de sua família. Ambiciosa, voltou seus olhos mais à oeste conforme suas crianças cresciam. A Primeira a unificar todos os cantos do mundo como a verdadeira Deusa Imperatriz. Mas ela já sabia que está também não seria uma tarefa nada fácil, ela não era o único dragão a caminhar pela terra.  

Aproveitando-se do largo comercio com as cidades Essorianas, YiTi vem se aproximando de forma sorrateira. Talvez estamos prestes a ver uma nova dança dos Dragões, já que a Imperatriz vem mostrando grande interesse na região da Baía dos Dragões, o lar da infame casa Blackfyre e seu negro e azul, Tessarion. Os emissários yitish vem se espalhando por todos os lugares, sendo os olhos e os ouvidos de Sayuri e tenho a plena certeza que Westeros também não escapará de sua ambição. É uma questão de tempo até que o jogo comece e lhe digo que nesse momento, nem mesmo eu posso dizer quem pode perder ou ganhar. Aelix Blackfyre é uma mulher tão ambiciosa quanto a própria Sayuri Chai e nenhuma das duas pouparia esforços em uma possível guerra, nem mesmo seus dragões. Realmente um dragão é um dragão, não importa se ele é vermelho, negro ou topázio, sangue e fogo é o único rastro que eles conseguem deixar.  
THANKS


Amor
Lys' Goddes of Love

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